segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Grande Presente de Natal, Euvírus!

Enquanto o São Paulo se reforça com Adriano, o Fluminense contrata Dodô, o Vasco tenta um recurso para salvar um ex-jogador em atividade de uma acusação de dopping. Deprimente!

Romário é grande, foi grande e sempre será grande. Não há dúvida. Mas, não faz mais sentido prorrogar uma carreira que já acabou.

E na Justiça, a eleição para presidente do clube de São Januário continua sem uma solução concreta. Aliás, colocar "Justiça" e "solução concreta" na mesma frase é uma antítese sem fim.

Esses, com certeza, não são os presentes de Natal que os vascaínos gostariam de receber. Dá pra acreditar em um 2008 melhor?

Iiiiiiiiihhh!!!!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Calma, presidente! Não é o fim do mundo!

Como disse há alguns posts atrás, nunca aprovei a CPMF, mas achava que os seus criadores - que chegaram ao poder antes dos petistas -, deveriam ter sido coerentes e aprová-la. Cá pra nós. Atualmente, coerência não deve ser uma palavra do paradigma da política, hoje em dia, não é? Entretanto, fiquei feliz com o fim deste roubo oficializado no país. Minha sofrida continha bancária agradece.

O presidente Lula já choramingou por aí, claro. Por isso, apresento aqui algumas idéias sugeridas em um matéria da revista Veja (novembro), que já antevia uma possível derrota do governo. São 5 itens interessantes e possíveis. Basta ter vontade política para colocá-los em prática. Hmmm, vontade política? Acho que essas também já saíram do paradigma dos políticos faz tempo!

1 - Lula, que tal conter a gastança do governo?

Haveria recursos de sobra para sobreviver sem a CPMF.

2 - Diminuir a alíquota dos impostos.

Parece incrível, mas isso aumenta a arrecadação. Se a mordida é menor, os produtos ficam mais baratos, reduz-se a informalidade, elevando a receita, pois haveria menos contrabando.

3 - Estimular o mercado de capitais.

Empresas com capital aberto em bolsa de valores sonegam menos, pois precisam apresentar
regularmente seus balanços financeiros. Assim, elas ficam em dia com o Fisco.

4 - Diminuir as taxas dos bens de consumo.

Segundo Veja, o ideal é ampliar a participação dos impostos diretos, como o de renda, IPTU, cobrados de acordo com as respectivas rendas e patrimônios.

5 - Acabar com a guerra fiscal.

Os estados e municípios do país deveriam cobrar a mesma alíquota. Na verdade a disputa fiscal não cria mais empregos como dizem. Ela apenas muda o endereço do desempregado, diz, na matéria, o consultor tributário Clóvis Panzarini.

O Brasil não precisa de mais impostos. Precisa, sim, é de mais chances de empregos no mercado formal. Isso aumenta a arrecadação.

Tchau, CPMF. Já vai tarde!

Fonte dos dados: Revista Veja (14 de novembro de 2007) - Matéria de Cíntia Borsato

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Walking on the moon - The Police: SHOW!!!!!


Quem esteve no estádio do Maracanã no último 8, como eu, claro, provavelmente deve ter saído com a sensação de ter "andado na lua" com o irrepreensível show que Sting, Andy Summers e
Stewart Copeland proporcinaram. Lógico que ficaram faltando alguns hits no setlist (Spirits in the material world, Sinchronicity I), mas a apresentação do The Police foi tudo e um pouco mais do que o esperado. Antes, vale fazer um registro do show de abertura com Os Paralamas do Sucesso.


Herbert e cia mandaram muito bem. Mesmo em apenas 50 minutos, fizeram a galera pular com hits como "Vital e sua moto", "Lanterna do Afogados" e a sempre empolgante "Alagados", tudo isso com o auxílio luxuoso de Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura.

Alguns detalhes sobre o evento. Na entrada que leva ao gramado, tivemos que passar por uma, no mínimo, curiosa e, por que não dizer, sinuosa carreira de obstáculos que os organizadores "gentilmente" colocaram para tornar a vida dos espectadores mais divertida. Senti-me como um ratinho que, ao sair do labirinto, ganha um pedacinho de queijo, sem perder o bom-humor, afinal, é o Police! Queijão!

Os banheiros do Maraca, pelo menos na chegada, estavam impecáveis e bem arrumados. Só faltaram lixeiras e espelhos, segundo o público feminino. Um dia chegamos lá.

Antes do show foi tocada "Get up, stand up", de Bob Marley. O reggae foi uma influência forte no trabalho do grupo inglês. Belo aperitivo.

Começa o show dos "vovôs" e de cara uma porrada: "Message in the bottle". Em seguida de outra: "Sinchronicity II". No telão, as cores do disco "Sinchronicity", com as fotos das feras todas. Talvez, só eu tenha notado este detalhe. Coisa de fã. Aliás, os efeitos visuais foram muito bem usados e serviram de belos coadjuvantes para as músicas. Nada foi over com o Police.

Sting declarou sua "saudadgee" do Brasil e pediu para ver nossas "mauns" no ar. Apesar dos amigos brasileiros, o seu português não melhorou muito. Nice try, man!

E assim seguimos todos os presentes, extasiados, encantados. "Wrapped around your finger", com direito a xilofone e gongo. "Walking on the moon", "Invisible Sun", "Don't stand so close to
me" (versão original), "Can´t stand losing you" (sen-sa-ci-o-nal)! "Every breath you take", seguida das gracinhas de Andy Summers, chamando a banda de volta para tocar "Next to you".


Parece que o tempo melhorou o que já era excelente. Sting é como vinho, cantando melhor que nunca. Coppeland mostrou porque já foi eleito o melhor baterista de rock do mundo. E Andy
segurou a onda com solos pra lá de emocionantes e inesquecíveis.

Após uma hora e meia, mais ou menos, o sonho acaba e vamos pra casa. Na saída, ouvi uma mulher dizer "ah, faltou Fields of Gold" (linda música da carreira SOLO de Sting). Nem todo o
mundo é tão fã assim, né?

E se ficaram faltando alguns sucessos. Eu os perdôo, vovôs. Vocês ainda sabem traduzir muito bem o significado da palavra SHOW.

Valeu, The Police!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Dica do MeEmblogando

Nas próximas eleições, não se esqueça de levar o seu chimpanzé amigo para a cabine de votação. Com certeza, ele não deixará você esquecer em quem votou e não deixará você repetir os mesmos erros.

:-)

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Todos têm o seu tempo para brilhar

Poucas vezes começo um texto pelo título. Acho que de acordo com o andamento das coisas, o próprio texto vai tomando conta de mim e delineando o caminho até o título mais preciso. Porém, desta vez resolvi mudar. Primeiramente, pensei em "ninguém é insubstituível", mas achei cliche demais. Pensei em outros e acabei ficando com este que você vê aí em cima.

Sim, todos aqueles que perseveram e trabalham têm o seu momento e local de brilhar. E com o levantador da seleção masculina de vôlei, Marcelinho, não foi diferente. Por muitos anos reserva do time de Bernardinho, Marcelinho - alvo de críticas e desconfianças de muitos - provou ser da elite do vôlei mundial, conquistando a Copa do Mundo, no Japão, domingo (02).

Poderia ficar aqui enumerando os vários motivos pelos quais o Brasil é imbatível no vôlei masculino, mas vou ficar somente com um: amizade. Ela esteve presente em cada beijo que o atacante Giba dava em seus companheiros. Em cada olhar dos jogadores, mostrando que o time joga por prazer e não somente pelo dinheiro, como tentou insinuar o ex-levantador títular, Ricardinho.

Ele tentou manchar a imagem da seleção, dizendo que a Família Bernardinho era uma falácia e que nada que víamos era real. Logo, ele, Ricardinho, um gênio do esporte, jogador com um poder ímpar de dar à bola uma aceleração que bloqueio nenhum pode acompanhar. Um levantador de jogadas mágicas em que, às vezes, precisamos de replay para entender o que ele faz? Que pena, Ricardinho.

Pena para ele e bom para Marcelinho, que pode não ter o mesmo prestígio que seu antecessor, mas teve muito mais que isso. Mostrou ter hombridade para segurar a pressão, defender o grupo e não atacar o ex-companheiro. Mostrou, ter serenidade para esperar o momento certo - contra a Rússia, em uma partida memorável -, para brilhar e garantir a vaga nos Jogos Olímpicos de Pequim. Enfim, Marcelinho mostrou a todos nós o poder da máxima; e que se dane se é cliche ou não:
ninguém é insubstituível, mesmo.